domingo, 23 de dezembro de 2007

UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO 2008

QUERO DESEJAR UM FELIZ NATAL
CHEIO DE PAZ, SAÚDE E HARMÔNIA
UM ANO NOVO REPLETO DE MUITO SUCESSO E CONQUISTAS
QUE POSSAM REALIZAR TODOS OS PROJETOS COM MUITA SORTE E FELICIDADES
FELIZ 2008
São os votos do Prof. Lucas

sábado, 15 de dezembro de 2007

AJUDA AO TRATAMENTO DA CELULITE

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PRATIQUE EXERCÍCIOS FÍSICOS SOB ORIENTAÇÃO DE UM PROFISSIONAL DE ECUCAÇÃO FÍSICA

EXERCÍCIO FÍSICO E ALIMENTAÇÃO:


Se você já assumiu a sua celulite e quer fazer algo a respeito - mesmo que não possa iniciar os tratamentos por serem um pouco salgados para o bolso - existem pequenas mudanças que podem ajudar muito.
"Exercício físico é medicação constante"
Todo tipo de exercício físico, até mesmo a caminhada, ativa a circulação, melhorando a irrigação das células de todo o organismo e, principalmente, aquelas células gordurosas que estão sofrendo por falta de oxigênio. Além disso, a atividade física fará com que ganhe massa muscular, diminuindo a quantidade de gordura corporal.
A alimentação balanceada também é uma grande aliada, pois o organismo deixa de armazenar o excesso de energia que se transformará em gordura.
Tomar bastante água é importante, pois ajuda a diminuir o processo de oxidação celular e os radicais livres, tornando a "faxina" feita durante a circulação mais eficiente.
Já os cremes ajudam, mas em menor escala. Usá-los em associação com algum dos tratamentos citados ou somando-os à dieta e aos exercícios, irão trazer bons resultados. A pele ficará mais firme e mais lisinha e você aprenderá na prática o que o exercício e a reeducação alimentar podem fazer por você.
Seguindo alguns cuidados ou tratamentos, você pode ir gradualmente atenuando a celulite e, de quebra, sumindo com a gordura localizada e os culotes. Ninguém está falando em uma mudança radical, mas aos poucos o hábito de comer bem e fazer exercício fará com que você saia ganhando em estética e em qualidade de vida.


OS TIPOS DE CELULITE

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A celulite apresenta 4 graus:



Grau 1:

Existe um acúmulo de gordura dentro das células adiposas provocando discreta deformidade na área afetada quando submetida à pressão. Neste grau não há alterações circulatórias.

Grau 2:

Aqui, as células gordurosas encontram-se mais volumosas provocando alteração circulatória pela compressão dos vasos sangüíneos e linfáticos, acumulando toxinas. Este inchaço faz com que as alterações na pele já sejam visíveis e palpáveis, sem dor.

Grau 3:

Caracterizada pelo maior volume das células gordurosas e alteração do tecido conectivo com aparecimento de nódulos subcutâneos já visíveis na superfície da pele (pele em casca de laranja). Estas alterações provocam o endurecimento do tecido gorduroso, maior deficiência circulatória e maior acúmulo de toxinas. Ela pode ser dolorosa quando apertada. O tratamento, nesta fase, é mais difícil, pode-se alcançar o segundo grau, onde a celulite fica mais disfarçada.

Grau 4:

Neste último estágio da celulite, existe uma completa desordem das células gordurosas e do tecido conectivo, ficando bastante endurecido e doloroso e, a circulação sangüínea já está bastante comprometida. Esse grau afeta mais as pessoas que já acumulam complicações de saúde como diabete e obesidade, mas ainda pode ser tratada e amenizada, melhorando a circulação na área afetada.

O QUE É CELULITE

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CELULITE

A celulite, também chamada de lipodistrofia genóide, é uma alteração do tecido conjuntivo gorduroso caracterizada por nódulos e depressões subcutâneas provocando uma compressão dos vasos sangüíneos e linfáticos que dificulta a nutrição celular e favorece o acúmulo de toxinas celulares que deveria ser eliminado através dos vasos linfáticos.
Traduzindo... A celulite é sim uma doença causada pela falta de oxigênio das células de gordura. Se a circulação do sangue não está boa, nada entra ou sai das células como deveria. No caso das células de gordura, é como se "sem ar" elas fossem enrijecendo e juntando-se umas às outras.
As áreas mais atingidas pela celulite são glúteos, coxas, cintura, abdômen, joelhos e braços. Os homens, geneticamente, têm menos tendência a esta doença, mas da mesma forma, os que abusarem do sedentarismo, do cigarro, do álcool e dos alimentos gordurosos podem desenvolvê-la.
A celulite não tem cura, mas pode ser amenizada e ficar praticamente imperceptível em alguns casos. Para isso é preciso avaliar em qual grau se encontra a doença, procurar um tratamento, mudar os hábitos alimentares e fazer exercícios físicos. Quanto mais destes itens estiverem associados, melhor será o resultado. Os benefícios não são apenas estéticos, mas vêm associados com a melhora do bem estar e da disposição para enfrentar o dia.
A primeira coisa a fazer, é descobrir de onde vem a celulite e, é aqui onde se inicia o exame médico e a avaliação dos seus hábitos. A doença pode ser genética ou resultado do seu estilo de vida ou, ainda, pode estar associada ao mau funcionamento dos seus hormônios.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

MUSCULAÇÃO NA 3ª IDADE

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NA 3ª IDADE


Várias pesquisas comprovam que a atividade física , seja ela qual for, desde que bem orientada, promove benefícios a saúde.
Recentemente documentou-se a importância da força muscular para a manutenção da Homeostase e Hemodinâmica na vida diária . Ou seja , idosos com pouca força muscular apresentam aumento acentuado na freqüência cardíaca e pressão arterial , isso devido à falta de força.
O trabalho com musculação ( aumento de massa magra ) para idosos faz com que os mesmos estejam aptos para realizar tarefas diárias que exigem maior intensidade de força como : subir escadas , carregar objetos , sentar , levantar , dar pequenos piques etc... Todas essas tarefas são mais comuns para o idoso do que correr ou nadar grandes distâncias .
Também influencia positivamente na mineralização e na matriz óssea prevenindo assim doenças crônico - degenerativas , tais como : Osteoporose por exemplo. Fluência positivamente no fator psicológico aumentando assim a auto - estima.
A atividade física a produção e secreção da insulina , agindo positivamente em pacientes diabéticos que devem ser devidamente orientados por profissionais para que haja um equilíbrio entre a dieta , a atividade física e a insulina.
Foram colocadas aqui apenas alguns dos benefícios que o exercício de força pode trazer para o idoso, afinal eles são inúmeros.


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MUSCULAÇÃO NA ADOLESCÊNCIA

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MUSCULAÇÃO NA ADOLESCÊNCIA

Atualmente existem vários trabalhos, documentos, sobre os benefícios da atividade física para manutenção da qualidade de vida ( saúde ). Segundo a Organização Mundial de Saúde( WHO) define-se "Saúde" como bem estar corporal, espiritual e social , sendo a prática de exercícios físicos fundamental na sua promoção .

Em se tratando de adolescentes, apesar de ainda serem necessários estudos para que se possa chegar a afirmações conclusivas, primeiramente deve-se levar em conta que as idades biológicas e cronológicas podem não coincidirem seria um tanto empírico determinar uma idade cronológica para se iniciar uma atividade com musculação por exemplo. Não será em algumas semanas somente que se notará as modificações estruturais e morfológicas nesse adolescente.
Deve-se salientar que as adaptações ocorrem com muito mais velocidade no aparelho locomotor ativo ( músculo ) que no passivo, ou seja, o adolescente é capaz de suportar cargas sem prejudicar seu corpo ( osso , tendões e ligamentos ) desde que seja feito com treinamentos personalizados, pois cada um se apresenta com idades biológicas distintas.
Quanto aos aspectos "expeculativos" ao fator "prejudicial" da musculação ou efeito negativos relacionados ao crescimento não existem pesquisa científicas que sustentem esses dado ; a não ser pressões causadas por exercícios com pesos nas articulações e linha de crescimento que podem levar a algum tipo de trauma , tanto agudo quanto crônico.
Fator esse que é muito comum em outras modalidades esportivas que não a musculação mais praticadas por crianças e adolescente. Alguns trabalhos de pesquisa demonstram que o treinamento com pesos para crianças quase não altera os componentes força e massa muscular.
Conclui-se então que a prática esportiva , inclusive a musculação, deve ser estimulada porém, a montagem da série , a quantificação das cargas e a finalidade do programa devem condizer com as fases do desenvolvimento desse indivíduo ( adolescência).

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CÂNCER DE PRÓSTATA

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FONTE: Instituno Nacional do Câncer

Câncer de Próstata

Epidemiologia

O aumento observado nas taxas de incidência pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos, pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida do brasileiro.
Na maioria dos casos, o tumor apresenta um crescimento lento, de longo tempo de duplicação, levando cerca de 15 anos para atingir 1 cm³ e acometendo homens acima de 50 anos de idade.
Fatores de RiscoAssim como em outros cânceres, a idade é um fator de risco importante, ganhando um significado especial no câncer da próstata, uma vez que tanto a incidência como a mortalidade aumentam exponencialmente após a idade de 50 anos.História familiar de pai ou irmão com câncer da próstata antes dos 60 anos de idade pode aumentar o risco de câncer em 3 a 10 vezes em relação à população em geral, podendo refletir tanto fatores hereditários quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias.
A influência que a dieta pode exercer sobre a gênese do câncer ainda é incerta, não sendo conhecidos os exatos componentes ou através de quais mecanismos estes poderiam estar influenciando o desenvolvimento do câncer da próstata. Contudo, já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, não só pode ajudar a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não transmissíveis.SintomasO Câncer da próstata em sua fase inicial tem uma evolução silenciosa. Muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes ao crescimento benigno da próstata (dificuldade miccional, freqüência urinária aumentada durante o dia ou a noite). Uma fase avançada da doença pode ser caracterizada por um quadro de dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, como infecções generalizadas ou insuficiência renal.

Diagnóstico

O diagnóstico do câncer de próstata é feito pelo exame clínico (toque retal) e pela dosagem do antígeno prostático específico (PSA, sigla em inglês), que podem sugerir a existência da doença e indicarem a realização de ultra-sonografia pélvica (ou prostática transretal, se disponível). Esta ultra-sonografia, por sua vez, poderá mostrar a necessidade de se realizar a biópsia prostática transretal.

Tratamento

O tratamento do câncer da próstata depende do estagiamento clínico. Para doença localizada, cirurgia, radioterapia e até mesmo uma observação vigilante (em algumas situações especiais) podem ser oferecidos. Para doença localmente avançada, radioterapia ou cirurgia em combinação com tratamento hormonal têm sido utilizados. Para doença metastática, o tratamento de eleição é hormonioterapia.
A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após discutir os riscos e benefícios do tratamento com o seu médico.Controvérsias sobre a detecção precoce do câncer da próstataEntende-se por detecção precoce do câncer da próstata o rastreamento de homens assintomáticos por meio da realização do toque retal e pela dosagem do PSA. Embora esses exames possam detectar o câncer da próstata em seus estádios iniciais, as evidências científicas não permitem concluir se tal detecção reduz a mortalidade por esse câncer ou melhora a qualidade de vida dos pacientes. Apesar da detecção e do tratamento precoces prevenirem a progressão do câncer e o aparecimento de metástases, também é possível que sejam detectados tumores que teriam um crescimento muito lento e que não causariam problemas à saúde do homem.

Sendo assim, o Instituto Nacional de Câncer - INCA/MS - recomenda que o controle do câncer da próstata seja baseado em ações educativas voltadas em primeiro lugar à população masculina. Homens acima de 50 anos, deverão procurar uma unidade ambulatorial para uma avaliação anual. Apenas aqueles que apresentarem alguma alteração suspeita deverão prosseguir em uma investigação mais detalhada.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

OSTEOPOROSE EM HOMENS

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Osteoporose em homens

Normalmente associada às mulheres, a perda de densidade mineral óssea também acomete homens em proporção de 1 para cada 8 homens com mais de 50 anos de idade
Até recentemente , a Osteoporose em homens recebia comparativamente menos atenção que a apresentação no sexo feminino acreditando-se ser uma condição rara. Hoje, sabe-se que este diagnóstico é subestimado e a sua maior conseqüência clínica - fraturas - está associada a uma maior morbidade e mortalidade nos homens que nas mulheres. Os homens perdem densidade mineral óssea numa velocidade de cerca de 1% ao ano com o envelhecimento e, um em cada oito homens após os 50 anos, apresentará uma fratura relacionada à Osteoporose.
EPIDEMIOLOGIA - Um dos desafios em determinar a prevalência da OP em homens é que não há definições claras. Para os conceitos de osteopenia e osteoporose propostos, em 1994, pela Organização Mundial da Saúde se usou resultados de densidade mineral óssea (DMO) para identificar mulheres pós-menopausadas com alto risco para fratura, baseando-se inteiramente em dados coletados em mulheres brancas. Em decorrência da falta de dados (DMO e fraturas) em outras populações, a aplicabilidade destes critérios a outros grupos, incluindo os homens, não pode ser validada.
Utilizando dados do terceiro "National Health and Nutrition Survey (NHANES III 1988-1994)", estima-se que 3% a 6% dos homens com mais de 50 anos apresentam OP, enquanto 28% a 47% têm osteopenia. Observa-se uma distribuição bimodal e, quando diagnosticada abaixo dos 50 anos, geralmente está associada a uma causa secundária; o segundo pico ocorre acima dos 65 anos de idade. Corresponde a 20% da osteoporose mundial e 25% das fraturas femorais. Após fratura 30% a 50% dos homens têm sobrevida menor que um ano, comparado a 20% das mulheres.
No que diz respeito às fraturas vertebrais, difere entre homens e mulheres, o mecanismo de fratura e a idade de maior prevalência. De uma maneira geral, a incidência é de 7,3% nos homens contra 15% nas mulheres. Dos 50 a 70 anos prevalência no sexo masculino é de 29% e 10% no se no sexo feminino, aos 80 anos é de 39% e 45%, respectivamente. As fraturas de antebraço são menos comuns entre a população masculina, sendo próximo de 8,9 dos casos.
Sabe-se que os dados acima citados podem variar de acordo com a população estudada e fatores importantes desta variação são a idade, a etnia, a história familiar, a presença de fatores de risco e/ou doença secundária.
PATOGÊNESE - Existem algumas particularidades próprias do sexo masculino que determinam uma menor fragilidade óssea, dentre elas estão:
1. Maior tamanho do osso e maior pico de massa óssea;
2. Perda percentual de massa óssea menos acentuada;
3. Menos reabsorção endocortical;
4. Expansão periosteal mais relevante com a idade, levando a um aumento do tamanho e da resistência óssea;
5. Menor porosidade cortical;
6. Massa muscular mais exuberante;
7. Menor oscilação hormonal;
8. Expectativa de vida inferior a das mulheres.
Apesar dessa diferenciação favorável ao não desenvolvimento da OP, ainda assim, os homens são acometidos por essa enfermidade. Há, por outro lado, uma maior incidência de causas secundárias nessa população, correspondendo a cerca de 50% dos casos.



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SOBRE A OSTEOPOROSE

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Osteoporose

O que é?

Osteoporose é uma doença que afeta principalmente mulheres na pós-menopausa caracterizada por uma fragilidade nos ossos.
Na menopausa a ausência do hormônio feminino faz com que os ossos percam cálcio e fiquem porosos como uma esponja.
Esta fraqueza dos ossos expõe a mulher a riscos maiores de fraturas tanto por quedas como espontâneas.
Os locais mais comuns são a coluna, o colo do fêmur, e o pulso.
Destas fraturas a mais perigosa é a do colo do fêmur. É também por causa da osteoporose que as mulheres perdem altura com a idade.


Prevenção da Osteoporose



Seria interessante que todas as mulheres em qualquer idade pensassem na prevenção da osteoporose.
Na infância e na juventude é que se forma a massa óssea.
Nesta idade é importante a ingestão de cálcio. A maior fonte de cálcio é o leite.

É um absurdo num país como o Brasil, um dos maiores produtores de leite do mundo, que nossas meninas e adolescentes não tomem leite.
Outro fator importante é o exercício físico e a exposição ao sol por 10 a 15 minutos antes das 10 h da manhã.
Há hábitos que aumentam o risco à osteoporose como fumo, bebidas alcoólicas e café.
Outro fator é o TRATAMENTO PRECOCE DA MENOPAUSA. Quanto mais cedo for instituído o tratamento menor a perda da massa óssea.


Diagnóstico da Osteoporose


Exames de densitometria óssea podem predizer o risco de fratura
O método mais difundido para o diagnóstico da osteoporose é a Densitometria Óssea. Existem outros exames que podem diagnosticar perda de massa óssea em relação ao adulto jovem.

É importante a pesquisa de fatores de risco para a osteoporose:
Raça branca
Histórico familiar de osteoporose
Vida sedentária
Baixa ingestão de cálcio e/ou vitamina D
Período da menopausa.
Fumo ou bebidas alcoólicas em excesso
Pessoa magra e/ou frágil
Fratura espontânea prévia
Medicamentos, tais como anticonvulsivantes, hormônio tireoideano, glicorticóides e heparina.
Doenças de base, tais como hepatopatia crônica, doença de Cushing, diabetes melito, hiperparatireoidismo, linfoma, leucemia, má-absorção, gastrectomia, doenças nutricionais, mieloma, artrite reumatóide e sarcoidose.


Densitometria Ossea


Texto de Fleury Medicina Diagnóstica:De acordo com a National Osteoporosis Foundation (NOF), que reúne um grande número de pesquisadores de diversas especialidades envolvidas com osteoporose, estas são as indicações formais para o estudo da massa óssea:
• Todos os indivíduos com mais de 65 anos;

• Indivíduos com deficiência de hormônios sexuais;
• Mulheres na perimenopausa que estejam cogitando usar terapia de reposição hormonal, para auxiliar esta decisão;
• Pacientes com alterações radiológicas sugestivas de osteopenia ou que apresentem fraturas osteoporóticas;
• Pacientes em uso de corticoterapia crônica;
• Pacientes com hiperparatiroidismo primário;
• Pacientes em tratamento da osteoporose, para controle da eficácia da terapêutica.
Além dessas indicações, existem inúmeras outras condições clínicas que, por predisporem à perda óssea, são consideradas fatores de risco e justificam a avaliação. Os fatores de risco são:
Antecedente genético: Inúmeros trabalhos observacionais demonstram a agregação familiar de menor massa óssea e a concordância deste traço em gêmeos mono e dizigóticos. Cerca de 70 a 80% da variação da densidade mineral óssea pode ser atribuída a fatores genéticos. Caucasianos e orientais apresentam maior incidência de fraturas do que populações negras, assim como mulheres de qualquer raça em relação aos homens. Deste modo, o antecedente familiar, particularmente materno, de fraturas osteoporóticas é uma indicação para o exame;Riscos ambientais: Deficiências e/ou distúrbios nutricionais como baixa ingestão de cálcio, baixo peso, dietas de restrição calórica, alcoolismo, excessos de sódio e proteína animal; consumo de cigarro; sedentarismo; longos períodos de imobilização;Doenças crônicas: Hipertiroidismo, tratamento do câncer diferenciado de tiróide com doses supressivas de T4, hipercortisolismo, insuficiência renal crônica, hepatopatias, doença pulmonar obstrutiva crônica, doenças de má absorção intestinal, hipercalciúria idiopática e artrite reumatóide. O risco de fraturas também está associado a maior risco de quedas, principalmente em pacientes com déficit visual, de força muscular no quadríceps e/ou cognitivo, alterações de marcha e disfunções neurológicas que afetem o equilíbrio;Uso crônico de drogas: A incidência de fraturas osteoporóticas em usuários de corticosteróides por mais de seis meses é de cerca de 30 a 50%. Mesmo doses pequenas de glicocorticóides, incluindo os inalatórios, podem causar perda óssea na maioria dos indivíduos. Outras drogas associadas à perda óssea são ciclosporina, bloqueadores da secreção de gonadotrofinas, heparina, anti-convulsivantes como hidantoína, carbamazepina e fenobarbitúricos e os quimioterápicos. Drogas que provoquem hipotensão postural ou alterações do equilíbrio, como anti-hipertensivos, barbitúricos, benzodiazepínicos e diuréticos, podem aumentar o risco de quedas. "


Tratamento da Osteoporose


Cálcio, Vitamina D, exercícios apropriados, exposição ao sol e, em alguns casos, medicações são importantes para manter a massa óssea e tratar a osteoporose pós-menopausa.
Atualmente, nos Estados Unidos, a TRATAMENTO HORMONAL, o alendronato, risedronato, ibandronato e RALOXIFENO são aprovados pela US Food and Drug Administration (FDA) para a prevenção e tratamento da osteoporose pós-menopausa.
Recentemente mais um medicamento foi aprovado: TERIPARATIDE - FORTEO
A calcitonina é aprovada somente para o tratamento.
Mas o mais importante é o acompanhamento médico.
Na osteoporose instalada é importante que sejam adotadas medidas simples para se evitar quedas tais como retirar tapetes, disposição adequada de móveis, evitar o uso indiscriminado de tranqüilizantes.
Hoje em dia está nascendo uma nova arquitetura para pessoas da terceira idade que evita a queda e o esforço em demasia respeitando as características desta população que, em breve, será a maioria.
Outro fator importante na terapia da osteoporose é a introdução de exercícios adequados e a exposição ao sol como terapia adjuvante. Não se deve proibir o portador de osteoporose de andar, caminhar, tomar sol pelo medo da fratura, mas adequar sua vida e reduzir seus riscos.

*LEMBRE-SE, SOMENTE UM MÉDICO ESPECIALIZADO PODE FAZER UM DIAGNÓSTICO CORRETO PARA O TRATAMENTO DA OSTEOPOROSE. CONSULTE SEMPRE UM MÉDICO. FAÇA EXERCÍCIOS COM UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA HABILITADO.*



sexta-feira, 30 de novembro de 2007

O que é Hipotireoidismo e Hipertireoidismo!!!

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Hipotireoidismo

A tireóide é uma glândula endócrina importantíssima para o funcionamento harmônico do organismo. Os hormônios liberados por ela, T4 (tiroxina) e T3 (triiodotironina) estimulam o metabolismo, isto é, o conjunto de reações necessárias para assegurar todos os processos bioquímicos do organismo. Os principais distúrbios da tireóide são o hipotireoidismo (baixa ou nenhuma produção de hormônios) e o hipertireoidismo (produção excessiva de hormônios), doenças que incidem mais nas mulheres do que nos homens.

Sintomas:

a)Hipotireoidismo

·Cansaço
·Depressão
·Adinamia (falta de iniciativa)
·Pele seca e fria
·Prisão de ventre
·Diminuição da freqüência cardíaca
·Decréscimo da atividade cerebral
·Voz mais grossa como a de um disco em baixa rotação
·Mixedema (inchaço duro)
·Diminuição do apetite
·Sonolência
·Reflexos mais vagarosos
·Intolerância ao frio
·Alterações menstruais e na potência e libido dos homens.

b) Hipertireoidismo

·Hiperativação do metabolismo
·Nervosismo e irritação
·Insônia
·Aumento da freqüência cardíaca
·Intolerância ao calor
·Sudorese abundante
·Taquicardia
·Perda de peso resultante da queima de músculos e proteínas
·Tremores
·Olhos saltados
·Bócio
·Comprometimento da capacidade de tomar decisões equilibradas

Causas

a)Hipotireoidismo

·Tireoidite de Hashimoto, uma doença auto-imune que provoca a redução gradativa da glândula; ·Falta ou excesso de iodo na dieta.

b)Hipertireoidismo

·Doença de Graves, doença hereditária que se caracteriza pela presença de um anticorpo no sangue que estimula a produção excessiva dos hormônios tireoidianos; ·Bócio com nódulos que produzem hormônios tireoidianos sem a interferência do TSH, hormônio produzido pela hipófise.Diagnóstico O diagnóstico pode ser feito pela dosagem do hormônio TSH produzido pela hipófise e dos hormônios T3 e T4 produzidos pela tireóide. Níveis elevados deTSH e baixos dos hormônios da tireóide caracterizam o hipotireoidismo. TSH baixo e alta dosagem de hormônios da tireóide caracterizam o hipertireoidismo.

Recomendações

·Não se assuste com a idéia de epidemia de problemas na tireóide. Avanço nas técnicas de diagnóstico explica o aumento do número de casos;
·A ingestão regular do iodo contido no sal de cozinha evita a formação de bócio;
·A dosagem do TSH deve ser medida depois dos 40 anos com regularidade;
·Hormônios tireoidianos não devem ser tomados nos regimes para emagrecer (produzem maior queima dos músculos do que de gordura);
·Procure adotar uma dieta alimentar equilibrada. É engano imaginar que o hipotireoidismo seja fator responsável pelo ganho de peso, porque as pessoas costumam ter menos fome quando estão com menor produção dos hormônios tireoidianos;
·Atividade física regular é indicada nos casos de hipotireoidismo, mas contra-indicada para pacientes com hiprtieoidismo;
·Fumar é desaconselhável nos dois casos;
·Não minimize o mau funcionamento da tireóide. Discuta com o médico a melhor forma de tratamento para seu caso e siga suas orientações.

Tratamento

Em ambos os casos o tratamento deve ser introduzido assim que o problema é diagnosticado e depende da avaliação das causas da doença em cada paciente.
No hipotireoidismo, deve começar de preferência na fase subclínica com a reposição do hormônio tireoxina que a tireóide deixou de fabricar. Como dificilmente a doença regride, ele deve ser tomado por toda a vida, mas os resultados são muito bons.
No hipertireoidismo, o tratamento pode incluir medicamentos, iodo radioativo e cirurgia e depende das características e causas da doença. Deve começar logo e ser prescrito principalmente na 3ª idade a fim de evitar a ocorrência de arritmias cardíacas, hipertensão, fibrilação, infarto e osteoporose.



OBS: Não esqueça de fazer atividades Físicas sempre, o exercício ajuda a manter a saúde e a previnir e auxiliar ao tratamento de doenças.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2007

SOBRE AS VARIZES!!!!!!!

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O QUE SÃO VARIZES ?


Varizes são veias dilatadas e tortuosas que se desenvolvem sob a superfície cutânea. Dependendo da fase em que se encontram, podem ser de pequeno, médio ou de grande calibre.A palavra variz se origina do latim: VARIX que sigifica SERPENTE.As veias mais acometidas pela doença varicosa são as dos membros inferiores: nos pés, pernas e coxas.Algumas pessoas apresentam minúsculas ramificações, de coloração avermelhada. Estes casos costumam ser assintomáticos e provocam apenas desconforto estético em seus portadores. Esses pequenos vasos são de localização intradérmica.
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COMO SE FORMAM AS VARIZES?


As varizes se constituem num dos problemas mais antigos do ser humano. O sangue é bombeado pelo coração para dentro das artérias que, por sua vez, levam este sangue para todas as partes de nosso corpo. Todas as células de nosso organismo são nutridas por este sangue.Já as veias têm como função drenar o sangue de volta para o coração. Este caminho que o sangue percorre desde a sua saída do coração pelas artérias até o seu retorno pelas veias para o coração recebe o nome de CIRCULAÇÃO.
Andar sobre as duas pernas criou um sério problema para a circulação: o coração fica bem distante dos pés e das pernas. O sangue desce muito facilmente do coração até as pernas e os pés, através das artérias. Mas precisa desenvolver esforço muito grande para voltar dos pés e pernas até o coração. E este esforço é desenvolvido contra a força da gravidade. Esta tarefa de retorno venoso é executada pela veias. Por isto a natureza lança mão de alguns mecanismos para facilitar o retorno do sangue das pernas até o coração:

Válvulas venosas – a natureza municiou as veias dos membros inferiores com estruturas muito delicadas, porém resistentes, chamadas de válvulas venosas. Estas válvulas servem para direcionar o sangue para cima. E este trabalho tem que ser feito permanentemente, por anos e anos. Na pessoa normal a válvula se abre para o sangue passar e se fecha para não permitir que o sangue retorne. Esta atividade se torna mais fácil quando estamos deitados ou com as pernas elevadas. Em algumas pessoas, com o passar do tempo, váris fatores podem determinar ou provocar um mau funcionamento destas válvulas. Com a idade, ou devido a fatores hereditários, as veias podem perder a sua elasticidade. Essas veias começam a apresentar dilatação e as válvulas não se fecham mais de forma eficiente. A partir daí o sangue passa a refluir e ficar parado dentro das veias. Isto provoca mais dilatação e mais refluxo. Esta dilatação anormal das veias leva à formação das varizes.Algumas pessoas têm veias mais fracas e menos resistentes a este trabalho contínuo de promover o retorno venoso. Esta característica tem um importante componente hereditário. Por esta razão existem muitas pessoas com varizes dentro de uma mesma família• A bomba plantar – cada vez que pisamos o sangue acumulado nos pés é bombeado para cima. Por isto é tão importante caminhar.• A bomba muscular da panturrilha – a contração dos músculos da batata da perna também serve de bomba para o retorno venoso. Mais uma vez se confirma a importância de andar.
É preciso que estes mecanismos que ajudam no retorno venoso funcionem perfeitamente; o mau funcionamento das válvulas venosas está entre as principais causas para a formação das varizes.

QUEM TEM VARIZES ?
Nem todo mundo tem varizes. Calcula-se que 18% da população adulta tem varizes. Só no Brasil estima-se que mais de vinte milhões de pessoas carregam esta doença. E, dessas pessoas, as maiores vítimas são as mulheres por causa dos hormònios femininos – principalmente a progesterona que favorece a dilatação das veias. Agora, o principal fator de risco para se ter varizes é a presença desta doença na família: a hereditariedade. Veja agora outros fatores que contribuem para faforecer o aparecimento das varizes ou agravar as varizes de quem já as tem:
• Idade – costumam aparecer a partir de 30 anos de idade e podem ir piorando com o passar os anos. É pouco freqüente antes dos 30 anos. Entretanto, as microvarizes ou “aranhas vasculares”, também chamadas de “vasos”, podem aparecer em pessoas bem mais jovens.• Sexo – as mulheres são mais propensas do que os homens;fatores hormonais da gestação, menstruação e menopausa parecem ter relação com a maior facilidade de dilatação das veias;alguns pesquisadores relatam que as terapias de reposição hormonal e anticoncepcionais aumentam o risco de varizes.• História Familiar – se há uma incidência de varizes na família, a sua chance de ter a doença será maior.• Obesidade – o sobrepeso aumenta a pressão sobre as veias e dificulta o retorno venoso.• Traumatismo nas pernas• Temperatura – exposição ao calor por tempo prolongado pode provocar dilatação das veias.Não é à toa que a incidência de varizes é um pouco menor nos países mais frios. Portanto, cuidado com a exposição excessiva ao calor do sol, das saunas, dos fornos, etc.• Tabagismo – pesquisas revelam que a parede das veias também sofre as agressões das substâncias contidas nos cigarros• Gravidez – Durante a gravidez a quantidade de sangue circulante aumenta e, portanto, aumenta o trabalho das veias. Aumenta também a quantidade de progesterona, aquele hormônio que dilata as veias. Outro fato que acontece na gestação: o útero vai aumentando de tamanho e vai comprimindo as veias do abdômen e da região pélvica da mulher, colocando assim um obstáculo para a subida do sangue das pernas para o coração. As “varizes” que aparecem durante a primeira gravidez frquentemente desaparecem após o parto. Já aquelas que surgem a partir da segunda gestação costumam permanecer após o nascimento do bebê.• Sedentarismo – o movimento das pernas é muito importante para “bombear” o sangue das veias. Portanto, ficar muito tempo sentado ou em pé parado é muito ruim para o trabalho das veias. Os exercícios e o combate ao sedentarismo são muito importantes para a circulação corporal. Portanto, muito cuidado com os trabalhos em que somos obrigados a ficar parados muito tempo.• Pílulas anticoncepcionais e reposição hormonal – mais uma vez encontramos o problema dos hormônios atrapalhando as veias da perna. Alguns pesquisadores já responsabilizam os hormônios anticoncepcionais pelo aparecimento de varizes em mulheres jovens. O Fórum da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (www.sbacv-nac.org.br) adverte inclusive para os cuidados que devem ser tomados com os remédios usados para a terapêutica de reposição hormonal
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A IMPORTÂNCIA DAS VEIAS SAFENAS


A veia Safena Interna é a veia superficial mais longa do nosso corpo, indo desde a parte interna do tornozelo até a virilha (figura 1). Pelas suas características a veia safena é muito utilizada para substituir artérias entupidas em varias regiões do nosso corpo, principalmente as artérias coronárias ( no coração ) e artérias da própria perna. É por este motivo que algumas pessoas pensam que a safena é uma veia do coração!Por esta razão a safena se tornou uma veia muito importante e só deverá ser retirada se estiver muito doente e não servir para a confecção de pontes também chamadas de bypass. Muitas cirurgias de varizes podem ser realizadas sem retirar as safenas, desde que não estejam muito comprometidas com a doença varicosa.Há uma outra veia safena de tamanho menor, chamada de Safena Externa, e que se localiza na parte de trás da perna, mais precisamente sobre a panturrilha.
Figura 1 – A Safena Interna percorre toda a extensão da perna, desde a prega da virilha até o tornozelo.

QUAIS OS SINTOMAS

QUAIS OS SINAIS E SINTOMAS DAS VARIZES?
Na grande maioria das vezes a queixa principal é a estética: na posição de pé as veias ficam dilatadas, tortuosas e muito visíveis. Além disso, outros sinais e sintomas podem estar presentes. Alguns desses sinais e sintomas são:• Presença de veias azuladas e muito visíveis abaixo da pele;• Agrupamentos de finos vasos avermelhados que alguns pacientes referem como “pequenos rios e seus afluentes”;• Queimação nas pernas e planta dos pés;• Inchação, especialmente nos tornozelos ao final do dia;• Prurido ou coceira• Cansaço ou sensação de fadiga nas pernas;• Sensação de peso nas pernas;• “Pernas inquietas”• Cãimbras
COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO

O diagnóstico de varizes é relativamente fácil na medida em que pode ser feito pela simples inspeção visual.O seu medico poderá, através do exame físico e de algumas manobras, verificar quais as veias que estão comprometidas e se as suas safenas estão normais. Este exame inicial é feito com o paciente em pé.O mapeamento de todos os segmentos varicosos pode ser feito também com a ajuda da ultra-sonografia venosa realizada com o Doppler. O Doppler pode também auxiliar na busca de trombos venosos e de alterações no fluxo do sangue venoso.Nos casos mais avançados ou em que há necessidade de avaliação mais acurada o seu médico poderá solicitar exames mais sofisticados, como o Ecodoppler.
COMPLICAÇÕES DAS VARIZES


O sangue que é bombeado pelo coração para todo o corpo é rico em oxigênio e nutrientes. O oxigênio e os nutrientes são utilizados por todas as células do nosso organismo, e o sangue que volta pelas veias para o coração é pobre em oxigênio e em nutrientes. Quando temos VARIZES este sangue tende a ficar represado nas pernas. Em consequência, com o passar do tempo, os tecidos das pernas passam a ser menos oxigenados e menos nutridos. Quando não tratadas de forma correta as varizes podem progredir e desenvolver severas complicações. Entre estas podemos citar:
• Eczema – geralmente se inicia com prurido (coceira)• Dermatite• Flebite e trombose – flebite significa inflamação da veia. Varicoflebite consiste na inflamação da varizes. Esta inflamação pode vir acompanhada da formação de trombo decorrente do sangue que coagula. Esta trombose superficial pode progredir para as veias profundas e aumentar o risco de embolia pulmonar.• Pigmentação e escurecimento da pele
• Hemorragias – a pele e a parede das varizes muitas vezes ficam tão finas que facilmente se rompem. Quando isto acontece pode ocorrer uma importante perda de sangue. Este episódio é chamado de varicorragia (hemorragia proveniente de varizes).•Úlceras – a complicação mais temida pela população é a formação de feridas nas pernas denominadas úlceras. No início cicatrizam com certa facilidade mas, com o tempo e se tratadas de forma indevida, vão se tornando mais complexas. Como existem vários tipos de úlceras ns pernas, é importante o acompanhamento de uma especialista.
Quando isto ocorrer, procure deitar-se, elevar a perna e colocar bandagens compressivas sobre o local. Feito isto, procure imediatamente o seu médico.

TRATAMENTO DAS VARIZES

Existem diferentes tipos de tratamentos para as varizes. O mais importante são as medidas preventivas. Quando estas medidas de precaução não são suficientes, o seu médico poderá indicar um ou vários dos tratamentos abaixo:• Escleroterapia química– É provavelmente a técnica usada há mais tempo. Muito utilizada para as microvarizes ou vasos e para as varizes de calibre muito pequeno. Consiste na injeção de substancias esclerosantes que expulsam o sangue para as veias normais e entopem as veias que estão sendo tratadas. Embora essas injeções precisem ser repetidas em algumas veias, a escleroterapia costuma ser muito eficaz e com excelentes resultados quando realizada por médicos experientes.• Cirurgia – as cirurgias de varizes estão cada vez menos agressivas. A grande maioria das varizes pode ser realizada hoje através de mini-incisões e o tempo de internação hospitalar raramente precisa passar de 24 horas. As varizes retiradas numa cirurgia não provocam danos à circulação, uma vez que as outras veias normais e o sistema venoso profundo normal se encarregam de garantir o fluxo de retorno.• Laser escleroterapia – a escleroterapia com laser está em evolução e ainda não substitui a escleroterapia química. Não pode ser aplicada em todos os tipos de pele e ainda não dá bom resultado nos vasos de calibre maior. Novas tecnologias com laser em desevolvimento poderão ampliar a sua utilização. No Brasil alguns médicos fazem o tratamento misto: laser e injeções.• Laser endovenoso – consiste na introdução de cateter com laiser dentro das varizes com a intenção de destruí-las pelo calor. É uma técnica ainda em fase experimental.• Radiofreqüência – é a mesma técnica anterior usando o calor produzido por cateteres dotados de dispositivo de RF (radio-freqüência).
Nunca se automedique.
*CONSULTE SEMPRE UM MÉDICO*

Prof. Lucas

Bom sou um cara legal, humilde e estou sempre de alto astral....sou meio excentrico, mas legal e parceiro...hehehe. Me acho um pouco, mas fazer o que né?? Acho que cada um de nós tem que se achar de vez em quando, não concordam??! Ou sempre, hehehe!!! Pra quem já me conhece sabe como eu sou....Para quem visita meu blog, sinta-se a vontade.....e se precisar de um bom profissional de Educação Física e personal Trainer, pode acreditar meu trabalho é sério e de ponta.... Estarei iniciando a postar assuntos relacionados a Saúde e Exercícios Físicos com freqüência semanal! Um grande abraço e obrigado por visitar meu blog!!!